O guia rápido "Homologação do boleto bancário no banco Bradesco" tem as seções:
- O que é a homologação do boleto bancário no banco Bradesco?
- Por que a homologação é importante?
- O que é validado na homologação?
- Quando fazer a homologação?
- Ponto importante sobre a homologação de boletos bancários
- O que pedir ao banco antes de configurar o boleto?
- Revisão do cadastro da conta bancária
- Cadastro do convênio bancário do banco Bradesco
- Códigos de movimentos de remessa e retorno
- Como gerar um boleto de teste?
- Como gerar e enviar a remessa de teste?
- Validação dos arquivos pelo Bradesco
- Pagamento do boleto de teste
- Como importar o retorno de teste?
- Resumo de como homologar o boleto neste banco
- Principais rejeições e como resolver
- Checklist antes de iniciar a emissão para clientes
O que é a homologação do boleto bancário no banco Bradesco?
A homologação do boleto bancário no banco Bradesco é o processo de teste realizado antes de começar a emitir boletos reais para os clientes.
Nesse processo, a empresa configura o boleto no Nomus, gera um boleto de teste, envia o arquivo de remessa para o Bradesco e depois importa o arquivo de retorno enviado pelo banco.
O objetivo é confirmar se o Bradesco está recebendo, registrando e retornando corretamente os boletos gerados pelo Nomus.
Veja abaixo uma imagem de um boleto gerado pelo Nomus de um convênio do Bradesco:
Por que a homologação é importante?
A homologação evita problemas na cobrança dos clientes.
Com ela, a empresa consegue conferir se informações como agência, conta, carteira, convênio, nosso número, remessa e retorno estão preenchidas corretamente no sistema.
Se alguma informação estiver incorreta, o Bradesco pode rejeitar o boleto ou não conseguir registrar a cobrança.
Por isso, antes de começar a enviar boletos reais para os clientes, é importante validar todo o processo com um boleto de teste.
Veja abaixo uma imagem da tela "Convênio bancário":
O que é validado na homologação?
Durante a homologação, normalmente são validadas as seguintes etapas:
- geração do boleto no Nomus
- conferência das informações impressas no boleto
- geração do arquivo de remessa
- envio da remessa para o Bradesco
- registro do boleto pelo banco
- importação do arquivo de retorno
- identificação do boleto registrado no Nomus
- pagamento do boleto de teste
- importação do retorno de pagamento
- baixa e conciliação da conta a receber
Quando fazer a homologação?
A homologação deve ser feita antes de iniciar a emissão de boletos para clientes pelo Bradesco.
Também recomendamos refazer a homologação quando houver alteração em informações importantes, como:
- conta bancária;
- carteira de cobrança;
- convênio bancário;
- padrão de remessa;
- regras de juros, multa, desconto ou protesto;
- troca de ambiente ou mudança na configuração bancária.
Ponto importante sobre a homologação de boletos bancários
Cada banco possui regras próprias para geração e registro de boletos.
Por isso, mesmo com o sistema configurado no Nomus, é importante confirmar com o banco quais informações devem ser usadas na carteira de cobrança da empresa.
Antes de enviar boletos reais para clientes, gere um boleto de teste e confirme se ele foi registrado e liquidado corretamente pelo banco.
O que pedir ao banco antes de configurar o boleto?
Antes de configurar os boletos do banco no Nomus, entre em contato com o gerente da conta ou com o suporte de cobrança do banco e informe que sua empresa deseja homologar a emissão de boletos bancários pelo sistema Nomus.
Explique que o sistema gera boletos e arquivos de remessa, e que o Bradesco deve retornar os arquivos de retorno para confirmação do registro, pagamento ou rejeição dos boletos.
Como cada banco possui regras próprias para homologação de boletos, é comum que o banco envie um material com as orientações do processo, informando quais dados devem ser preenchidos, quais arquivos devem ser enviados e quais testes precisam ser realizados.
Por isso, antes de configurar o boleto no Nomus, solicite ao banco as instruções específicas para homologação da carteira de cobrança da sua empresa.
Você pode enviar uma mensagem parecida com esta:
Olá,
Precisamos homologar a emissão de boletos bancários do Bradesco pelo sistema Nomus ERP.
Poderiam nos enviar as informações necessárias para configurar a cobrança bancária no sistema?
Também precisamos das orientações para envio da remessa de teste, download do retorno e conclusão da homologação.
Com essas informações em mãos, é possível preencher o cadastro da conta bancária e do convênio bancário no Nomus com mais segurança.
Revisão do cadastro da conta bancária
Antes de configurar o convênio bancário para emissão de boletos, é importante revisar o cadastro da conta bancária que deve ser usada na cobrança.
A conta bancária é a conta do módulo Financeiro que é vinculada aos boletos, arquivos de remessa e arquivos de retorno. Por isso, os dados precisam estar iguais às informações fornecidas pelo banco.
Para revisar o cadastro, acesse: Financeiro > Cadastros > Contas bancárias.
Depois, localize a conta bancária que deve ser usada para gerar os boletos, clique sobre ela e selecione a opção "Editar".
Na aba Informações gerais, revise principalmente os seguintes campos:
- Conta bancária: informe um nome fácil de identificar. Exemplo: "Bradesco".
- Empresa: selecione a empresa que deve ser beneficiária dos boletos.
- Nome do banco: selecione o banco correto.
- Tipo de conta: deve ser "Conta corrente".
- Agência: informe o número da agência conforme fornecido pelo banco.
- Dígito da agência: preencha somente se o banco informar esse dígito.
- Conta corrente: informe o número da conta corrente.
- Dígito da conta corrente: informe o dígito da conta corrente.
- Convênio bancário padrão para geração de boletos bancários: selecione o convênio que deve ser usado para gerar os boletos. Esse passo pode ser preenchido também na criação do convênio bancário que veremos a seguir.
- Convênio bancário padrão para geração de arquivos de remessa: selecione o convênio que deve ser usado para gerar os arquivos de remessa. Esse passo pode ser preenchido também na criação do convênio bancário que veremos a seguir.
- Ativo: mantenha esse campo marcado para que a conta possa ser usada no sistema.
Atenção: se o convênio bancário ainda não foi cadastrado, os campos de convênio devem ficar em branco neste primeiro momento.
É importante conferir com cuidado os campos "Agência", "Conta corrente" e respectivos dígitos, pois qualquer diferença em relação ao cadastro do banco pode causar rejeição do boleto ou problema no processamento da remessa e do retorno.
Após revisar as informações, clique em "Salvar".
Veja abaixo uma imagem da tela de edição de uma conta bancária:
Cadastro do convênio bancário do banco Bradesco
Depois de revisar a conta bancária, o próximo passo é cadastrar o "Convênio bancário".
O convênio bancário representa o contrato de cobrança que a empresa possui com o banco. É nele que ficam as principais informações usadas para gerar boletos, arquivos de remessa e arquivos de retorno.
Para acessar a tela, segue o caminho: Financeiro > Cadastros > Convênios bancários.
Clique em "Novo convênio bancário" ou edite um convênio já existente.
Veja abaixo uma imagem da tela "Convênio bancário":
Abaixo, segue as informações de preenchimento que, normalmente, é feito para o banco Bradesco:
Aba Informações gerais
Na aba "Informações gerais", preencha os dados principais do convênio de cobrança.
Revise principalmente os campos:
- Código interno do convênio bancário: informe um nome ou código para identificar o convênio no sistema. Exemplo: "Empresa - Bradesco".
- Tipo de serviço: selecione "1 - Cobrança".
- Conta bancária: selecione a conta bancária vinculada a esse convênio.
- Empresa: o sistema preenche conforme a conta bancária selecionada.
- Banco: o sistema preenche conforme a conta bancária selecionada.
- Agência: o sistema preenche conforme a conta bancária selecionada.
- Conta corrente: o sistema preenche conforme a conta bancária selecionada.
- Número da carteira: informe a carteira de cobrança fornecida pelo banco. Exemplo fictício: "09".
- Código da carteira: preencha somente se o banco informar que esse campo deve ser utilizado. Para CNAB 240 informar: “1” para Cobrança Simples; “2” para Cobrança Vinculada; “3” para Cobrança Caucionada; “4” para Cobrança Descontada; “5” para Cobrança Vendedor; “6” para Cobrança Cessão. Para CNAB 400 consulte o gerente do seu banco.
- Nosso número sequencial: o Nosso Número é o número que identifica unicamente um boleto bancário. Solicite ao Gerente do seu banco o intervalo de números que pode ser utilizado por sua empresa. Depois informe aqui o número do 1º boleto que será emitido pelo sistema. Após o sistema emitir o 1º boleto, o valor desse campo é incrementado automaticamente pelo sistema. Exemplo fictício: "1001".
- Nosso número gerado pelo banco no registro do boleto bancário: Marque esta configuração quando o “Nosso número” for gerado pelo banco. Ao marcar esta configuração, o sistema continua gerando o “Nosso número” para identificação interna do boleto bancário, entretanto, no processamento do movimento de retorno de registro do boleto bancário, o “Nosso número” gerado internamente pelo sistema é atualizado pelo sistema com o “Nosso número” gerado pelo banco e presente no arquivo de retorno. Por fim, ao marcar esta configuração, o sistema bloqueia a geração de PDF e o envio por e-mail de boletos bancários com status “Aguardando remessa para banco” ou “Aguardando registro”.
- Enviar campo “Nosso número” vazio no arquivo de remessa: Em algumas carteiras, para alguns bancos, quando o nosso número é gerado pelo banco, o banco exige que o nosso número enviado na remessa esteja vazio. Caso seja essa a situação da sua carteira, você precisa marcar esse campo. Quando esse campo está marcado, o sistema envia o nosso número vazio no arquivo de remessa gerado para o banco.
- Número do beneficiário: informe o código do beneficiário, código da empresa ou código do cedente fornecido pelo banco. Exemplo fictício: "1234567".
- Dígito verificador do Número do Beneficiário: preencha somente se o banco informar esse dígito.
- CIP: preencha somente se o banco solicitar essa informação.
- Local de pagamento impresso no boleto: informe o texto que deve ser exibido no boleto. .Exemplo: "Pagável em qualquer banco até o vencimento".
- Imprimir linha digitável no recibo do boleto: normalmente esse campo pode ficar desmarcado, salvo orientação diferente do banco.
Veja abaixo um exemplo fictício da aba "Informações gerais" com os campos preenchidos conforme o Bradesco normalmente solicita:
Aba Número do documento
Na aba "Número do documento", defina como o sistema deve preencher o número do documento do boleto.
Esse número ajuda a identificar a cobrança no boleto e nos arquivos enviados ao banco.
Revise os campos:
- Deseja que o sistema gere o “Número do documento” do boleto bancário automaticamente?: normalmente, pode ser configurado para o sistema gerar automaticamente.
-
Regra para geração do “Número do documento” do boleto bancário: informe a regra que deve ser usada para montar esse número. Alguns bancos não aceitam caracteres especiais e/ou letras no campo “Número do documento”. Essa informação precisa ser confirmada com o Gerente do Banco. Ao gerar boletos de contas a receber renegociadas, o sistema sempre atribui a variável "@codBoleto", independente da regra selecionada, caso o parâmetro “Deseja que o sistema gere o "Número do documento" do boleto bancário automaticamente?” da conta a receber esteja marcado como "sim".
Exemplos de variáveis que podem ser usadas:
| @codBoleto | Código interno do boleto bancário |
| @numNFe | Número da NF-e ou NFS-e origem da conta a receber que gerou o boleto bancário |
| @numRPS | Número do RPS da NFS-e origem da conta a receber que gerou o boleto bancário |
| @serNFe | Série da NF-e vinculada à conta a receber relacionada ao boleto bancário |
| @parcela | Número da parcela da conta a receber relacionada ao boleto bancário |
| @numerodocumentofiscal | Número do documento vinculada à conta a receber relacionada ao boleto bancário |
-
Espécie do documento: De forma geral, recomendamos utilizar "DM", salvo quando o banco informar uma espécie diferente para a carteira de cobrança da empresa. Esse campo indica qual é o tipo de documento que deu origem à cobrança do boleto. Na prática, esse campo ajuda o banco a entender a natureza da cobrança que está sendo registrada. As opções exibidas no sistema são:
- DM: Duplicata mercantil. É a opção mais comum para boletos vinculados a vendas de mercadorias, documentos fiscais ou contas a receber comerciais.
- DMI: Duplicata mercantil por indicação. Pode ser usada em algumas carteiras quando o banco trabalha com cobrança registrada por indicação da duplicata.
- DV: deve ser utilizada somente se o banco orientar o uso dessa espécie de documento.
- PD: deve ser utilizada somente se o banco orientar o uso dessa espécie de documento.
- PED: deve ser utilizada somente se o banco orientar o uso dessa espécie de documento.
Atenção: se o banco exigir um padrão específico para o número do documento, preencha essa regra conforme a orientação recebida.
Veja abaixo um exemplo fictício da aba "Número do documento" com os campos preenchidos conforme o Bradesco normalmente solicita:
Aba Instruções do boleto bancário
Na aba "Instruções do boleto bancário", informe o texto que deve ser impresso no boleto para orientar o pagador.
Esse campo pode conter informações sobre juros, multa, vencimento, nota fiscal ou outras mensagens importantes.
Exemplo fictício de instrução:
APÓS O VENCIMENTO COBRAR JUROS DE @taxaMensalDeJuros% AO MÊS.
APÓS O VENCIMENTO COBRAR MULTA DE @percentualDaMultaPorAtrasoNoPagamento%.
BOLETO REFERENTE À NOTA FISCAL Nº @numeroNf.
O sistema permite usar variáveis para preencher informações automaticamente, como valor do boleto, data de vencimento e número da nota fiscal. Essas variáveis são:
| Nome | Descrição |
|---|---|
| @valorTotalDoBoleto | Valor a receber agendado da conta a receber que gerou o boleto bancário |
| @dataDeVencimentoDoBoleto | Data de agendamento da conta a receber que gerou o boleto bancário |
| @descricaoDoLancamento | Descrição do lançamento da conta a receber que gerou o boleto bancário |
| @numeroNf | NF-e ou nfse origem da conta a receber que gerou o boleto bancário |
| @numeroRPS | Número do RPS da nfse origem da conta a receber que gerou o boleto bancário |
| @percentualDeDescontoPorAntecipacao | Percentual de desconto por antecipação (%) do quadro Desconto por antecipação no pagamento |
| @valorDeDescontoPorAntecipacao | Valor de desconto por antecipação do quadro Desconto por antecipação no pagamento |
| @dataLimiteParaDesconto | Data limite para desconto por antecipação do quadro Desconto por antecipação no pagamento |
| @valorFixoDaMultaPorAtrasoNoPagamento | Valor fixo da multa por atraso no pagamento do quadro Multa por atraso no pagamento |
| @percentualDaMultaPorAtrasoNoPagamento | % da multa por atraso em contas a receber (%) do quadro Multa por atraso no pagamento |
| @numeroDeDiasCorridosDeAtrasoParaAplicaçãoDaMulta | Número de dias corridos de atraso para aplicação da multa do quadro Multa por atraso no pagamento |
| @valorDeJurosPorDia | Valor de juros por dia do quadro Juros por atraso no pagamento |
| @taxaMensalDeJuros | @taxaMensalDeJuros |
| @dataDeInicioDaCobrancaDeJuros | Data de início da cobrança de juros do quadro Juros por atraso no pagamento |
| @numeroDeDiasParaProtesto | Número de dias para protesto do quadro Protesto por atraso no pagamento |
| @numeroDeDiasParaBaixaDeBoletoNaoPago | Número de dias para baixa do boleto não pago após o vencimento |
Utilize o caracter "@" antes da variável para incluir variáveis na instrução. Por exemplo: "Pagável em qualquer banco até a @dataDeVencimentoDoBoleto".
É possível fazer operações matemáticas utilizando variáveis, utilizando os operadores matemáticos "*", "/", "+" e "-", com o sistema reconhecendo parêntesis "(" e ")" para definir sequências de cálculo.
Para isso basta colocar sua operação matemática entre chaves "{" e "}". Por exemplo:
"Desconto de {@valorTotalDoBoleto * (@percentualDeDescontoPorAntecipacao / 100)} para pagamento efetuados antes da @dataDeVencimentoDoBoleto"
Antes de preencher esse campo, confirme com o banco se existe alguma instrução obrigatória para a carteira de cobrança utilizada.
Veja abaixo um exemplo fictício da aba "Instrução do boleto bancário":
Aba Desconto, multa e juros
Na aba "Desconto, multa e juros", configure as regras financeiras do boleto.
Revise os seguintes grupos:
Desconto por antecipação no pagamento
- Tipo de desconto por antecipação de pagamento em contas a receber: informe se a empresa concede desconto para pagamento antecipado.
Esse campo define se o cliente terá desconto ao pagar o boleto antes do vencimento.
Na prática, ele informa ao sistema e ao banco como o desconto deve ser calculado e até quando pode ser aplicado.
As opções disponíveis são:
- Não aplicável: selecione essa opção quando a empresa não oferece desconto por pagamento antecipado.
- Valor Fixo Até a Data Informada: o cliente recebe um desconto em valor fixo, válido somente até uma data definida. Exemplo: desconto de R$ 50,00 para pagamento até 10/07/2026.
- Percentual Até a Data Informada: o cliente recebe um desconto em percentual, válido somente até uma data definida. Exemplo: desconto de 5% para pagamento até 10/07/2026.
- Valor por Antecipação Dia Corrido: o desconto é calculado em valor por cada dia corrido de antecipação do pagamento. Exemplo: desconto de R$ 2,00 por dia pago antes do vencimento, contando finais de semana e feriados.
- Valor por Antecipação Dia Útil: o desconto é calculado em valor por cada dia útil de antecipação do pagamento. Exemplo: desconto de R$ 2,00 por dia útil pago antes do vencimento.
- Percentual Sobre o Valor Nominal Dia Corrido: o desconto é calculado em percentual sobre o valor do boleto por cada dia corrido de antecipação.
- Percentual Sobre o Valor Nominal Dia Útil: o desconto é calculado em percentual sobre o valor do boleto por cada dia útil de antecipação.
De forma geral, quando a empresa não trabalha com desconto por antecipação, recomendamos selecionar "Não aplicável".
Caso a empresa ofereça desconto, confirme com o banco quais tipos de desconto são aceitos pela carteira de cobrança utilizada. Nem todos os bancos aceitam todas as formas de desconto no boleto.
Multa por atraso no pagamento
- Tipo de cálculo de multa por atraso em contas a receber: selecione "isento", "valor fixo" ou "percentual".
Os demais campos variam de acordo com o valor selecionado no campo "Tipo de cálculo de multa por atraso em contas a receber". Que podem ser:
- Valor fixo da multa por atraso em contas a receber: informe o valor da multa. Exemplo fictício: "50".
- % da multa por atraso em contas a receber: informe o percentual da multa. Exemplo fictício: "2"%.
- Número de dias corridos de atraso para aplicação da multa: informe a partir de quantos dias a multa será aplicada. Exemplo fictício: "1" dia.
Juros por atraso no pagamento
- Tipo de juros por atraso em contas a receber: Quando o arquivo de remessa tem "CNAB 400", o valor do juros será sempre calculado como "valor de juros por dia", mesmo se o tipo de juros for "taxa mensal". Ao selecionar o tipo de juros "taxa mensal" com CNAB 400, o sistema faz a conversão de juros para valor por dia.
- Taxa mensal de juros: informe o percentual de juros ao mês. Exemplo fictício: "1"%.
- Valor de juros por dia: informe o valor de juros por dia. Exemplo fictício: "50,00".
- Forçar data de início de pagamento de juros igual à data de agendamento da conta a receber: marque se essa for a regra utilizada pela empresa.
Protesto por atraso no pagamento
- Tipo de prazo para protesto: informe se os boletos vencidos devem ser protestados.
- Número de dias de atraso para protesto: preencha somente se a empresa utilizar protesto automático.
Esse campo define se o boleto vencido deve ser enviado para protesto ou negativação, e como o prazo deve ser contado.
O protesto é uma cobrança formal feita em cartório quando o cliente não paga o boleto até o vencimento. Essa configuração só deve ser usada quando a empresa realmente deseja enviar boletos vencidos para protesto automaticamente pelo banco.
As opções disponíveis são:
- Selecione: opção inicial, sem uma regra definida.
- Protestar Dias Corridos: o boleto será enviado para protesto após a quantidade de dias informada, contando todos os dias corridos, incluindo finais de semana e feriados.
- Protestar Dias Úteis: o boleto será enviado para protesto após a quantidade de dias informada, considerando apenas dias úteis.
- Não Protestar: o boleto não será enviado para protesto. Essa é a opção mais comum quando a empresa não utiliza protesto automático.
- Protestar Fim Alimentar - Dias Úteis: opção usada em situações específicas de protesto fim alimentar, contando apenas dias úteis. Deve ser utilizada somente se o banco orientar.
- Protestar Fim Alimentar - Dias Corridos: opção usada em situações específicas de protesto fim alimentar, contando dias corridos. Deve ser utilizada somente se o banco orientar.
- Negativação sem Protesto: o boleto não será enviado para protesto em cartório, mas poderá seguir para negativação, conforme regra aceita pelo banco e contratada pela empresa.
De forma geral, recomendamos confirmar com o banco se a carteira de cobrança permite protesto ou negativação automática antes de preencher esse campo.
Caso a empresa não utilize protesto, selecione "Não Protestar".
Veja abaixo um exemplo fictício da aba "Desconto, multa e juros":
Aba Arquivos de remessa
Na aba "Arquivos de remessa", configure como o sistema deve gerar o arquivo que deve ser enviado ao banco para registrar os boletos.
Revise os campos:
- Padrão CNAB do arquivo de remessa: selecione o padrão informado pelo banco, como CNAB 240, CNAB 400 ou CNAB 444.
- Número inicial do arquivo de remessa: informe o número da primeira remessa que deve ser gerada pelo sistema. Exemplo fictício: 1.
- Padrão utilizado para o nome do arquivo de remessa: selecione o padrão aceito pelo banco. O Bradesco utiliza o padrão: "Padrão Bradesco (CB + DD + MM + ??)".
- Número inicial do sufixo do nome do arquivo de remessa no dia: preencha somente se o banco exigir controle de mais de uma remessa no mesmo dia.
- Extensão do arquivo de remessa gerado pelo sistema: informe a extensão exigida pelo banco. Exemplo: ".REM" ou ".TXT".
- Versão do layout do arquivo de remessa: Recomendamos não preencher esse campo, a não ser que seja orientação do Gerente do seu banco. Quando esse campo está vazio, o sistema envia a versão dos layouts padrão para os bancos que necessitam. Caso esse campo seja preenchido, o sistema passa a enviar a versão do layout digitada nesse campo no arquivo de remessa para o banco.
- Código da empresa para geração do arquivo de remessa: Esse campo deve ser preenchido para convênios bancários do banco Bradesco. Esse campo também é conhecido como "Acessório Escritural" e é uma informação importante para geração de boletos e remessas para esses bancos. O gerente ou suporte do seu banco deve fornecer essa informação.
- Código de identificação do responsável e forma de emissão do bloqueto: Esse campo apresenta as opções de código adotadas pela FEBRABAN para identificar o responsável e a forma de emissão do boleto bancário.
- Bloquear a geração de boletos bancários para contas a receber sem vínculo com NF-e ou NFS-e autorizada: marque se a empresa desejar permitir boletos apenas para contas vinculadas a documentos fiscais autorizados.
Atenção: o padrão CNAB, o nome do arquivo e o código da empresa são informações que devem ser confirmadas com o banco.
Veja abaixo um exemplo fictício da aba "Arquivos de remessa":
Aba Arquivos de retorno
Na aba "Arquivos de retorno", configure como o sistema deve interpretar os valores enviados pelo banco no arquivo de retorno.
Esse arquivo é usado para identificar boletos registrados, rejeitados, pagos ou com outros movimentos.
Revise os campos:
- Fórmula para cálculo do Valor recebido: define como o sistema calcula o valor recebido na conta bancária. Exemplo: @valorPago + @taxaBancaria.
- Fórmula para cálculo do Valor da taxa bancária: define como o sistema identifica a tarifa cobrada pelo banco. Exemplo: @taxaBancaria ou 0, caso a taxa não seja tratada pelo retorno.
- Fórmula para cálculo do Valor da multa/juros: define como o sistema calcula multa e juros pagos pelo cliente. Exemplo: @valorPago + @taxaBancaria - @valorCobrado.
- Fórmula para cálculo do Valor do desconto: define como o sistema calcula descontos concedidos no pagamento. Exemplo: @valorCobrado - @valorPago - @taxaBancaria.
Essas fórmulas podem variar conforme o banco informa os valores no arquivo de retorno. Por isso, o ideal é validar essa configuração durante a homologação.
Veja abaixo um exemplo fictício da aba "Arquivos de retorno":
Aba Avançado
Na aba "Avançado", configure a regra para geração do nome do arquivo do boleto bancário.
Revise o campo:
- Regra para geração do nome do arquivo do boleto bancário: informe como o sistema deve nomear o PDF do boleto. Exemplo: @nossoNumeroBoleto.
Também podem ser usadas outras variáveis, como:
- @codBoleto
- @numNFe
- @parcela
- @numerodocumentofiscal
- @codigoPessoa
Essa configuração ajuda a organizar os arquivos de boleto gerados pelo sistema.
Veja abaixo um exemplo fictício da aba "Arquivos de retorno":
Após cadastrar o convênio bancário
Depois de preencher todas as abas, clique em "Salvar".
Em seguida, volte ao cadastro da conta bancária e selecione esse convênio nos campos:
- Convênio bancário padrão para geração de boletos bancários
- Convênio bancário padrão para geração de arquivos de remessa
Com isso, a conta bancária estará vinculada ao convênio e poderá ser usada para gerar boletos, remessas e processar retornos.
Códigos de movimentos de remessa e retorno
Os códigos de movimentos de remessa e retorno são utilizados para identificar o tipo de comunicação entre o Nomus e o banco.
Quando a empresa gera um boleto, o sistema cria uma movimentação de remessa para enviar ao banco. Depois, quando o banco processa esse boleto, ele envia uma movimentação de retorno, informando o que aconteceu com a cobrança.
Esses códigos permitem que o Nomus entenda, por exemplo, se o boleto foi registrado, rejeitado ou pago.
Para acessar essa tela, segue o caminho: Financeiro > Cadastros > Códigos de movimentos de remessa/retorno
Nessa tela, é possível consultar os códigos cadastrados para cada banco.
No caso do Bradesco, alguns exemplos de movimentos são:
- Entrada de títulos: usado na remessa para enviar boletos ao banco
- Entrada confirmada: usado no retorno quando o banco confirma o registro do boleto
- Entrada rejeitada: usado no retorno quando o banco rejeita o boleto
- Liquidação: usado no retorno quando o boleto foi pago
- Outros movimentos: usado para retornos diferentes dos principais, como baixa, alteração ou outras ocorrências informadas pelo banco.
Normalmente, o Nomus já possui os principais códigos cadastrados para os bancos homologados. Por isso, na maioria dos casos, o usuário não precisa criar novos códigos manualmente.
Caso o banco envie uma orientação específica ou informe que um código não está sendo reconhecido, é necessário conferir essa tela e, se preciso, cadastrar um novo código.
Ao criar ou editar um código de movimento, confira os campos:
- Banco: selecione o banco correspondente.
- Tipo de movimento: informe se o movimento é de remessa ou retorno.
- Código do movimento: informe o código utilizado pelo banco.
- Nome do movimento: selecione o significado desse código, como entrada confirmada, entrada rejeitada ou liquidação.
- Ativo: mantenha marcado para que o código possa ser usado pelo sistema.
Esses códigos são importantes principalmente no processamento do arquivo de retorno. Se o código estiver configurado corretamente, o sistema consegue atualizar o status do boleto e sugerir a conciliação da conta a receber quando o boleto for pago.
Veja abaixo uma imagem da tela "Códigos de movimentos de remessa/retorno":
Como gerar um boleto de teste?
Depois de configurar a conta bancária e o convênio bancário, gere um boleto de teste para conferir se as informações estão saindo corretamente.
Para isso, siga os passos abaixo:
- Acesse a tela "Contas a receber".
- Crie uma nova conta a receber de teste.
- Informe um valor simples para o teste. Exemplo: "R$ 10,00".
- No campo "Pessoa", recomendamos selecionar a própria empresa como cliente/sacado do boleto, para facilitar o pagamento de teste.
- Selecione a conta bancária configurada para emissão dos boletos deste banco.
Veja abaixo uma imagem da aba "Informações gerais" da tela de criação de conta a receber:
- Acesse a aba "Boleto bancário" da conta a receber.
- Confira se o sistema preencheu corretamente as informações do boleto, como:
- convênio bancário
- carteira
- nosso número
- número do documento
- data de vencimento
- valor do boleto
- Salve a conta a receber.
Veja abaixo uma imagem da aba "Boleto bancários" da tela de criação de conta a receber:
- Na tela de "Contas a receber", clique na conta criada e selecione a opção "Gerar boleto bancário".
Veja abaixo uma imagem do submenu "Gerar boleto bancário" da tela conta a receber:
- Após gerar o boleto, abra o PDF e confira as principais informações:
- banco
- beneficiário
- pagador
- valor
- vencimento
- carteira
- nosso número
- linha digitável
- código de barras
- instruções do boleto
Veja abaixo uma imagem de um boleto gerado pelo Nomus de um convênio do Bradesco:
- Confira também se o campo "Nosso número boleto bancário" foi preenchido na conta a receber.
Veja abaixo uma imagem do nosso número boleto bancário na tela contas a receber:
Se alguma informação estiver incorreta, revise o cadastro da conta bancária e do convênio bancário antes de seguir para a geração da remessa.
Como gerar e enviar a remessa de teste?
Depois de gerar o boleto de teste, é necessário gerar o arquivo de remessa.
A remessa é o arquivo que é enviado ao banco para registrar o boleto.
Para gerar a remessa no Nomus, siga os passos abaixo:
- Acesse a tela "Arquivos de remessa de cobrança".
- Clique em "Novo arquivo de remessa".
- Preencha os campos:
- Empresa;
- Conta bancária;
- Convênio bancário.
- Clique em Carregar movimentos de remessa pendentes de envio.
- O sistema carrega os boletos gerados que ainda não foram enviados ao banco.
- Confira se o boleto de teste aparece na lista de movimentos pendentes.
- Mantenha o boleto de teste selecionado.
- Clique em Salvar.
Veja abaixo uma imagem da tela de criação de arquivo de remessa de cobrança:
- Após salvar, clique no arquivo de remessa criado e selecione a opção "Gerar arquivo de remessa".
Veja abaixo uma imagem do submenu "Gerar arquivo de remessa" na tela "Arquivos de remessa de cobrança":
- Em seguida, clique em "Download do arquivo de remessa".
- Salve o arquivo em uma pasta de fácil acesso.
Veja abaixo uma imagem do submenu "Download do arquivo de remessa" na tela "Arquivos de remessa de cobrança":
- Acesse o internet banking ou a plataforma de homologação do banco e envie o arquivo de remessa conforme a orientação recebida do gerente ou suporte bancário.
- Depois de enviar o arquivo ao banco, volte ao Nomus, clique na remessa e selecione a opção "Registrar envio do arquivo para o banco".
Esse registro indica no Nomus que a remessa já foi enviada para o banco.
Veja abaixo uma imagem do submenu "Registrar envio do arquivo para o banco" na tela "Arquivos de remessa de cobrança":
Validação dos arquivos pelo Bradesco
Durante a homologação, o Bradesco realiza uma validação dos arquivos enviados pela empresa para confirmar se os boletos foram gerados corretamente.
Essa validação é feita a partir do arquivo de remessa gerado no Nomus e enviado ao banco. O Bradesco verifica se o arquivo está no padrão esperado e se as informações do boleto estão corretas, como carteira, agência, conta, beneficiário, nosso número, valor, vencimento e dados do pagador.
Após essa análise, o banco informa se o arquivo foi aceito ou se existe alguma inconsistência que precisa ser corrigida.
Quando o arquivo é aceito, o processo de homologação pode seguir para as próximas etapas, como o retorno de registro e o teste de pagamento do boleto.
Quando o arquivo é recusado ou apresenta erro, o Bradesco normalmente informa o motivo da rejeição. Nesse caso, é necessário ajustar as informações no Nomus, gerar um novo boleto de teste e enviar uma nova remessa para validação.
Essa etapa é importante porque garante que o boleto emitido pelo Nomus está de acordo com as regras exigidas pelo Bradesco antes da empresa começar a emitir boletos reais para os clientes.
Pagamento do boleto de teste
Depois que o Bradesco confirmar o registro do boleto, é importante realizar o pagamento do boleto de teste.
Esse pagamento serve para validar se o banco consegue identificar a liquidação do boleto e se o Nomus consegue processar corretamente essa informação no arquivo de retorno.
O pagamento pode ser feito de duas formas:
- por outra conta bancária da própria empresa;
- em uma casa lotérica, quando o boleto permitir esse tipo de pagamento.
Recomendamos pagar o boleto somente depois que ele estiver com o status "Registrado" no Nomus. Isso confirma que o boleto foi aceito pelo banco e está disponível para pagamento.
Após realizar o pagamento, aguarde o Bradesco disponibilizar o arquivo de retorno com a informação de liquidação.
Como importar o retorno de teste?
Depois que o banco processar a remessa, ele disponibiliza um arquivo de retorno.
Esse arquivo informa se o boleto foi registrado, rejeitado, pago ou se teve outro movimento.
Para importar o retorno no Nomus, siga os passos abaixo:
- Acesse o internet banking ou a plataforma de homologação do banco.
- Baixe o arquivo de retorno disponibilizado pelo banco.
- Salve o arquivo em uma pasta de fácil acesso.
- No Nomus, acesse a tela "Arquivos de retorno de cobrança".
- Clique em "Novo arquivo de retorno".
- Preencha os campos:
- Empresa;
- Conta bancária;
- Convênio bancário.
- No campo "Arquivo", selecione o arquivo de retorno baixado do banco.
- Clique em "Salvar".
Veja abaixo uma imagem da tela "Criação de arquivo de retorno de cobrança":
- Após salvar, clique no arquivo de retorno criado e selecione a opção "Processar arquivo de retorno".
- O sistema irá processar as informações enviadas pelo banco.
Veja abaixo uma imagem do submenu "Processar arquivo de retorno":
Após o processamento, confira a situação do boleto.
O boleto pode aparecer, por exemplo, como:
- Registrado: o banco aceitou e registrou o boleto;
- Rejeitado: o banco não aceitou o boleto;
- Pago: o banco identificou o pagamento do boleto;
- Outros movimentos: o banco retornou alguma outra ocorrência.
Se o boleto for rejeitado, consulte o motivo informado no retorno e revise as configurações do boleto, da conta bancária ou do convênio bancário.
Resumo de como homologar o boleto neste banco
A homologação é o teste completo da emissão de boletos antes de começar a enviar cobranças reais para os clientes.
O objetivo é confirmar se todo o processo está funcionando corretamente entre o Nomus e o banco.
Para homologar, siga este roteiro:
- Revise o cadastro da conta bancária.
- Cadastre um convênio bancário.
- Gere uma conta a receber de teste no Nomus.
- Gere o boleto bancário dessa conta a receber.
- Confira o PDF do boleto e verifique se as informações estão corretas.
- Gere o arquivo de remessa com esse boleto.
- Envie a remessa ao banco pelo internet banking ou pelo canal indicado pelo banco.
- Aguarde o banco processar a remessa.
- Baixe o arquivo de retorno com a confirmação do registro.
- Importe o retorno no Nomus.
- Confira se o boleto ficou com status "Registrado".
- Após confirmar o registro, pague o boleto de teste.
- Aguarde o banco disponibilizar o retorno de pagamento.
- Baixe o novo arquivo de retorno no internet banking.
- Importe e processe esse retorno no Nomus.
- Confira se o boleto foi identificado como "Pago".
- Verifique se o sistema localizou a conta a receber corretamente.
- Faça a conciliação do boleto pago.
- Confira se o recebimento foi gerado corretamente na conta a receber.
A homologação só deve ser considerada concluída quando o boleto for:
- gerado corretamente no Nomus;
- aceito pelo banco na remessa;
- registrado pelo banco;
- pago no teste;
- identificado no retorno;
- conciliado corretamente no Nomus.
Após concluir esse processo com sucesso, a empresa pode iniciar a emissão de boletos reais para os clientes com mais segurança.
Principais rejeições e como resolver
Durante a homologação dos boletos do Bradesco, algumas rejeições podem acontecer por divergência entre o que foi configurado no Nomus e o que o banco espera receber.
Veja os principais casos:
Boleto rejeitado pelo banco
Essa rejeição acontece quando o Bradesco recebe a remessa, mas não aceita o boleto.
Principais causas:
- carteira informada incorretamente
- agência ou conta corrente divergente
- número do beneficiário incorreto
- nosso número fora da sequência esperada
- número do documento em formato não aceito
- dados do pagador incompletos
- vencimento inválido
- regras de juros, multa ou protesto incompatíveis com a carteira
Como resolver:
- confira o motivo da rejeição no retorno do banco
- revise o cadastro da conta bancária
- revise o cadastro do convênio bancário
- confirme os dados com o gerente ou suporte do Bradesco
- gere um novo boleto de teste após corrigir a informação
Arquivo de remessa recusado pelo Bradesco
Essa rejeição acontece quando o banco não aceita o arquivo enviado, antes mesmo de registrar os boletos.
Possíveis causas:
- padrão do arquivo incorreto
- nome do arquivo fora do padrão exigido
- extensão incorreta
- código da empresa não preenchido ou preenchido incorretamente
- versão do layout preenchida de forma indevida
- arquivo gerado para conta ou convênio diferente do homologado
Como resolver:
- confirme com o Bradesco o padrão de remessa utilizado
- revise o campo "Padrão utilizado para o nome do arquivo de remessa"
- confira a extensão do arquivo
- revise o campo "Código da empresa para geração do arquivo de remessa"
- gere uma nova remessa e envie novamente ao banco.
Nosso número incorreto
O Nosso número identifica o boleto no banco. Se estiver incorreto, o boleto pode ser rejeitado ou o retorno pode não ser localizado corretamente no Nomus.
Possíveis causas:
- sequência informada incorretamente
- número já utilizado anteriormente
- faixa de numeração diferente da liberada pelo banco
- configuração incorreta sobre geração do Nosso número pelo banco
Como resolver:
- confirme com o Bradesco qual é o próximo Nosso número disponível
- revise o campo "Nosso número sequencial no convênio bancário"
- verifique se o "Nosso número" deve ser gerado pelo Nomus ou pelo banco
- gere um novo boleto de teste
Boleto registrado no banco, mas não localizado no retorno
Esse erro pode acontecer quando o arquivo de retorno é importado, mas o sistema não consegue relacionar o movimento ao boleto gerado no Nomus.
Possíveis causas:
- nosso número diferente entre o Nomus e o banco
- convênio bancário selecionado incorretamente na importação do retorno
- conta bancária diferente da usada na geração do boleto
- retorno de outro convênio ou de outra conta
Como resolver:
- confira se o retorno pertence à mesma conta bancária e ao mesmo convênio
- revise o Nosso número do boleto
- verifique se o arquivo de retorno baixado é o arquivo correto
- importe novamente o retorno usando a conta e o convênio corretos
Boleto pago, mas conta a receber não foi baixada
Esse caso ocorre quando o banco informa o pagamento, mas a conciliação ainda não foi concluída no Nomus.
Possíveis causas:
- retorno de pagamento ainda não foi importado
- retorno foi importado, mas não foi conciliado
- boleto pago não foi localizado automaticamente
- valor pago diferente do esperado
Como resolver:
- baixe o arquivo de retorno de liquidação no internet banking
- importe e processe o retorno no Nomus
- acesse a tela de conciliação de boletos
- confira se o boleto aparece como pago
- clique em Conciliar ou faça a conciliação manual, se necessário
Dados do pagador incompletos
O banco pode rejeitar o boleto quando os dados do cliente estão incompletos ou inválidos.
Possíveis causas:
- CPF ou CNPJ não preenchido
- endereço incompleto
- cidade, estado ou CEP ausente
- nome do pagador incorreto
Como resolver:
- revise o cadastro da pessoa vinculada à conta a receber
- preencha CPF/CNPJ, endereço, cidade, estado e CEP
- gere um novo boleto após ajustar o cadastro
Juros, multa, desconto ou protesto não foram aceitos
Algumas regras dependem da carteira contratada com o banco.
Possíveis causas:
- tipo de juros não aceito
- tipo de desconto não permitido
- protesto não contratado
- prazo de protesto inválido
- regra diferente da autorizada pelo Bradesco
Como resolver:
- confirme com o banco quais regras estão habilitadas para a carteira
- revise a aba "Desconto, multa e juros"
- remova regras que não serão utilizadas
- gere um novo boleto e uma nova remessa de teste
O que fazer quando não souber o motivo do erro?
Quando o motivo não estiver claro, siga este caminho:
- Verifique a mensagem de rejeição no retorno do banco.
- Confira os dados da conta bancária.
- Confira os dados do convênio bancário.
- Confirme as informações com o gerente ou suporte do Bradesco.
- Ajuste a configuração no Nomus.
- Gere um novo boleto de teste.
- Gere uma nova remessa e envie novamente para validação.
Atenção: depois de corrigir uma configuração importante, o ideal é gerar um novo boleto de teste, em vez de tentar reaproveitar o boleto rejeitado.
Checklist antes de iniciar a emissão para clientes
Antes de começar a emitir boletos reais para os clientes, confira se todo o processo de homologação foi concluído com sucesso.
Use este checklist:
-
A conta bancária foi revisada no Nomus?
Confira se banco, agência, conta corrente e dígitos estão preenchidos corretamente. -
O convênio bancário foi cadastrado corretamente?
Verifique se carteira, nosso número, número do beneficiário, código da empresa e demais dados foram preenchidos conforme orientação do Bradesco. -
O boleto de teste foi gerado no Nomus?
Confira se o PDF foi gerado corretamente e se as informações do boleto estão corretas. -
O Nosso número foi preenchido corretamente?
Verifique se o número está seguindo a sequência esperada e se foi aceito pelo banco. -
O arquivo de remessa de teste foi gerado?
Confirme se a remessa foi criada, gerada e baixada no Nomus. -
A remessa foi enviada ao Bradesco?
Envie o arquivo pelo canal indicado pelo banco e registre o envio no Nomus. -
O Bradesco validou o arquivo enviado?
Confirme se o banco aceitou a remessa ou se solicitou algum ajuste. -
O retorno de registro foi importado no Nomus?
Processe o arquivo de retorno e confira se o boleto ficou como registrado. -
O boleto de teste foi pago?
Faça o pagamento somente depois de confirmar o registro do boleto. -
O retorno de pagamento foi importado no Nomus?
Processe o retorno de liquidação enviado pelo banco. -
A conta a receber foi localizada corretamente?
Verifique se o Nomus identificou a conta a receber vinculada ao boleto pago. -
A conciliação foi realizada corretamente?
Confirme se o recebimento foi gerado e se a conta a receber foi baixada. -
As regras de juros, multa, desconto, protesto e baixa foram validadas?
Confira se essas regras estão de acordo com o contrato de cobrança da empresa com o banco. -
Os principais erros foram revisados?
Se houve rejeição ou ajuste durante o teste, confirme se a correção foi feita e validada em uma nova remessa.
A emissão de boletos para clientes só deve começar depois que o boleto de teste for gerado, registrado, pago, retornado e conciliado corretamente no Nomus.
#VamosEmFrente


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